quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

APRENDENDO A DETERMINAR A SUA VITÓRIA


A vida cristã é dinâmica. Diariamente crescemos de fé em fé, e precisamos dar passos importantes para que este crescimento ocorra de forma saudável. E estes passos são dados quando determinamos coisas para nossa vida e exercemos a nossa fé em relação a estes aspectos da vida cristã.

Alguém poderá dizer: não há na Bíblia qualquer menção de que o crente deva determinar coisas em sua vida; isto é mais uma falácia da “teologia da prosperidade, etc”. Permita-me discordar. As Escrituras mostram, implicitamente, a necessidade de o crente tomar certas atitudes e dar certas ordens a fim de que possamos alcançar vitórias em vários aspectos da nossa vida. O fato inegável, presente no espírito das Escrituras, é que o crente precisa aprender a DETERMINAR para poder alcançar bênçãos e vitórias em sua vida. Como pessoas chamadas a ser cabeça, e não cauda, não podemos e nem devemos simplesmente esperar as coisas acontecerem, ou as bênçãos caírem do céu. Precisamos DETERMINAR a fim de que realmente as bênçãos nos alcancem e nos tragam a vitória que tanto precisamos.

Assim, apresento alguns aspectos da vida cristã em que precisamos DETERMINAR para alcançarmos a nossa vitória.

Primeiramente, DETERMINE que a partir de agora você vai se esforçar para ser um cristão melhor. A partir de hoje, você vai determinar, exercer a sua fé e se esforçar ao máximo no sentido de orar mais, jejuar mais, ler mais a Bíblia. Determine quanto tempo e quantas vezes por dia você vai orar. Determine quantos minutos por dia você vai ler a Palavra. Determine a frequência semanal que você vai jejuar. Determine um horário para suas devocionais diárias. Determine, e lute para cumprir suas próprias determinações!

DETERMINE que de agora em diante irá frequentar mais os cultos regulares de sua Igreja, principalmente os cultos de oração, doutrina e Escola Bíblica. São os passos básicos para que você aprenda mais acerca de Deus e da sã doutrina. Determine neste aspecto que irá se esforçar mais a chegar à Igreja antes do início do culto (afinal, você não faz isso no seu trabalho todos os dias?) e que vai participar dos cultos com reverência e temor.

DETERMINE também que a partir de agora você vai participar mais ativamente das atividades da sua Igreja, como evangelismo, trabalho social etc, e vai se engajar em algum departamento da Igreja, trabalhando não para a liderança, mas para Deus.

DETERMINE acerca daquelas áreas de maior fraqueza em sua vida: inclinações para a carne, pornografias, mentiras, enganos, roubos, adultérios etc. DETERMINE que você irá combater ferrenhamente contra estes pecados, se preciso até o sangue (Hb 12:4).

DETERMINE que você se tornará mais sensível às necessidades de seus irmãos. Passe a ajudar ao próximo em suas necessidades financeiras, não se afaste do pobre e faça o que estiver ao seu alcance para saciar sua fome, pois fomos ensinados pelo Senhor Jesus que “mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (At 20:35). Procure fazer isso nos moldes ensinados pelo Senhor Jesus: “quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita” (Mt 6:1-4).

DETERMINE que você se tornará mais liberal nas ofertas para a sua Igreja, ofertando com fé, alegria e disposição, contribuindo com missionários que têm compromisso com a pregação do verdadeiro Evangelho.

DETERMINE que buscarás o controle da tua língua, de sorte que doravante vigiarás tua boca para não falar mal do teu próximo, nem difamá-lo, e que também não emprestarás teus lábios para propagar qualquer doutrina falsa, mas que permanecerás fiel ao são Evangelho da graça de Deus.

DETERMINE que você moldará seu caráter, tomando como base o caráter de Deus. Se você roubava, DETERMINE que de hoje em diante não mais roubará. Faça o mesmo em relação às fornicações, adultérios, fraudes, mentiras etc. DETERMINE que, se aparecer algum dinheiro misterioso em sua conta bancária, você procurará o gerente de seu banco e devolverá o que não é seu. DETERMINE que se você encontrar uma carteira na rua, devolverá ao legítimo dono com tudo o que nela esteja, inclusive o dinheiro.

DETERMINE que você se tornará um cidadão cumpridor de seus deveres e obrigações. Determine que não mais sonegará impostos. Determine que pagará as suas contas em dia, e não mais dará calotes no comércio, zelando assim pelo nome de Cristão que carregas. 

Agora, depois de tantas e necessárias DETERMINAÇÕES, você vai compreender que a determinação cristã tem seus limites. Você tem poder para determinar coisas em sua vida, novos alvos, novos rumos, desde que estejam dentro de sua alçada, desde que você tenha o poder de fazer algo para que sua determinação possa ser alcançada com seu esforço. Entretanto, qualquer determinação para que Deus realize seus desejos de prosperidade, cura, vitória, sustento etc, não estão em seu poder!

O ato de determinar coisas para a nossa vida é bíblico. Um dos maiores exemplos disto é o episódio da visita do Senhor Jesus à casa de Zaqueu. No ápice desta visita, o dono da casa determinou coisas profundas para a sua própria vida, e que com certeza o transformaram de forma profunda, de dentro para fora: “Senhor, eis que dou aos pobres metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado” (Lc 19:8).

O problema é que a famigerada e antibíblica “teologia da prosperidade” desvirtuou completamente o sentido das verdadeiras determinações que o homem precisa fazer. O que se observa é que as pessoas estão muito mais interessadas em determinar coisas físicas e materiais para si mesmas, de forma egoísta e mesquinha, do que determinar coisas realmente importantes, coisas que refletirão em sua vida e seu caráter, moldando-o como legítimo cidadão do reino de Deus.

Existem dois tipos de “determinações”: as que estão dentro de nossa alçada e autoridade e as que não estão. As que nos dizem respeito são aquelas que englobam a mudança de vida. As acima de nossa alçada, como, por exemplo, determinar coisas para Deus, exigindo que Ele cumpra nossos caprichos, mormente os financeiros, não são bíblicas e são, na verdade, placebos — pílulas de farinha! Deus não se compromete com a realização de nenhum dos nossos pedidos que estejam fora da Sua vontade, e muito menos com ordens ufanas e antibíblicas. Deus, o Eterno Criador, não se submete aos nossos caprichos e nem se obriga a atender determinações tolas. Ele é o Oleiro, e nós somos apenas barro em suas mãos! Tentar-lhe dar ordens, determinar coisas para Ele satisfazer obrigatoriamente vai de encontro à mensagem das Escrituras, como bem afirmou Isaías, o profeta messiânico: Vós tudo perverteis! Como se o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Não me fez; e o vaso formado dissesse do seu oleiro: Nada sabe” (Is 29:16), e “Ai daquele que contende com o seu Criador! O caco, entre outros cacos de barro! Porventura dirá o barro ao que o formou: Que fazes? ou a tua obra: Não tens mãos?” (Is 45:9). Paulo, apóstolo aos gentios, afirma: “Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?” (Rm 9:18).

Imaginem um soldado raso dando ordens a um general! Eis a mais adequada comparação a ser feita em relação ao crente adepto da “teologia da prosperidade” dando ordens a Deus.

Mas o fato inegável é que a verdadeira “Doutrina da Determinação” é bíblica. Somos chamados a negarmo-nos a nós mesmos e tomarmos a nossa cruz e seguir o Senhor (Mt 16:24), e para isto é necessária MUITA DETERMINAÇÃO! Mas estas determinações se limitam àquilo que podemos lutar para mudarmos nosso caráter, nossas atitudes e nossas ações a fim de nos tornamos cristãos melhores, mais zelosos, mais fieis. O que disso passar, é maligno, e se enquadra perfeitamente nas palavras de Tiago, irmão do Senhor e pastor da Igreja em Jerusalém: “Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites” (Tg 4:3).

Antes de erguer sua voz de forma insolente, prepotente e desrespeitosa ao Criador para dar-lhe ordens e determinações, lembra de determinar primeiro a mudança para tua própria vida, e lutar em prol destas determinações! Depois disto, entenderás por que Cristo nos ensinou com o próprio exemplo acerca de fazermos a vontade de Deus, e não de Deus fazer Se submeter às nossas vontades egoístas (Mt 6:10; Mt 26:39, 42)!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

UNÇÃO COM ÓLEO

"Está ALGUÉM entre vós DOENTE? CHAME os PRESBÍTEROS da igreja, e OREM sobre ele, ungindo-o com azeite, em nome do Senhor; E A ORAÇÃO DA FÉ salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados" (Tg 5:14-15).

Estes dias , um dos debates mais acalorados que vi em uma Comunidade de rede social foi a respeito da unção com óleo. Esta prática se tornou muito comum nos meios pentecostais e neopentecostais, de sorte que se tornou costume ungir a todos no culto, ou mesmo nas reuniões. Ungem-se as mãos, os pés, a cabeça, partes específicas do corpo aonde se deseja "abençoar" ou "quebrar maldições". Outros, derramam LITROS de óleo sobre si mesmos ou sobre outras pessoas, e até sobre objetos como CDs e DVDs, na ânsia de que esta "unção" faça com que vendam mais... Há muito tempo a coisa saiu da esfera bíblica!

Permitam-me expor minha opinião a respeito...


O texto de Tiago 5:14-15 é o ÚNICO TEXTO prescritivo no Novo Testamento, que nos manda ungir alguém. A boa hermenêutica ensina que não se deve basear doutrina em texto isolado. Portanto, muito cuidado em relação à unção praticada indiscriminadamente por aí (já soube de pessoas que ungem até os animais domésticos!!), fora do padrão prescrito nas Escrituras. Outro texto, presente em Marcos 6:13, mostra que os discípulos também ungiam os enfermos, curando-os, mas não é texto prescritivo, e sim narrativo. Entretanto, não podemos simplesmente ignorar que a Bíblia prescreve a unção com óleo, e devemos buscar na Escritura o padrão deixado por Deus para esta prática.

A primeira coisa que precisamos entender sobre o assunto é que a "doutrina das unções" é veterotestamentária, e a maioria das pessoas que pratica tal "unção" o faz igualmente de acordo com os princípios do Antigo Testamento, e não do Novo, ignorando que vivemos de conformidade com a Nova Aliança, e não com a Antiga. 

Se observarmos bem, perceberemos que a revelação progressiva deixa muito claro que Deus foi ensinando, com o passar das alianças estabelecidas por Ele com Seu povo, como esta unção deveria ser ministrada. Antes da lei, podemos ver pessoas, como Jacó, derramando óleo sobre objetos -- mais precisamente uma pedra, consagrando o lugar ao Senhor (Gn 28:18). Já na Lei de Moisés, vemos claramente que o azeite não mais era derramado sobre objetos, EXCETO na consagração de objetos que seriam usados no culto do Templo, e ungia os sacerdotes, como sinal da descida do Espírito Santo sobre suas vidas. Inclusive, é importante observar que a fabricação e o uso do óleo de unção foi PROIBIDA POR DEUS, sob pena de morte na desobediência, como está escrito: "E falarás aos filhos de Israel, dizendo: Este me será o azeite da santa unção, nas vossas gerações. Não se ungirá com ele a carne do homem, nem fareis outro semelhante, conforme à sua composição: santo é, e será santo para vós. O homem que compuser tal perfume como este, ou que, dele, puser sobre um estranho, será extirpado dos seus povos" (Ex 30:31-33).

Com o advento da monarquia israelita, o azeite passou a ser derramado também sobre alguns reis, simbolizando igualmente a descida do Espírito Santo sobre eles. Observe-se que quando Davi foi ungido, o Espírito passou a habitar nele, ao passo que abandonou Saul (1 Sm 16:13-14). Entretanto, é bom lembrar que a iniciativa da unção nunca partia do profeta, mas de Deus! Vejam que o profeta Samuel NÃO QUERIA ungir Davi, mas só o fez porque Deus ordenou (1 Sm 16:1). Outro fato que não pode ser desprezado é que pelo relato bíblico apenas TRÊS reis de Israel foram ungidos com óleo: Saul, Davi e Jeú. Nenhum outro! E só foram ungidos porque Deus mandou.


Outra coisa que não vemos na Bíblia, em lugar nenhum, é a AUTO-UNÇÃO, que muitos praticam em nossos dias, mas não tem qualquer amparo escriturístico! E muito menos pedir ou mandar que outros nos unjam, exceto no caso de unção para enfermos.

Na Nova Aliança em Cristo, o Espírito Santo foi derramado sobre toda a Igreja no dia de Pentecostes. A Lei se cumpriu integralmente em Cristo, de sorte que o SIMBOLISMO das unções veterotestamentárias (a unção com azeite para recebimento do Espírito) se materializou no Senhor Jesus, não mais necessitando de unção com óleo. Quem se achega a Cristo por meio do novo nascimento recebe, inexoravelmente, o Espírito Santo, sem exceção! Mesmo que não haja sinais, ou manifestação de dons, o Espírito é recebido no ato do Novo Nascimento. 

Podemos afirmar, à luz dos textos bíblicos da Nova Aliança, que:

1) O Novo Testamento não prescreve unção com óleo na consagração de diáconos ou presbíteros (pastores, evangelistas, missionários etc). Os mesmos são consagrados com IMPOSIÇÃO DE MÃOS (At 6:6; 13:3; 1 Tm 4:14). Caso haja discordância, peço que sejam apresentados textos bíblicos neotestamentários que indiquem tal unção ministerial usando óleo ou azeite.

2) O Novo Testamento não prescreve unção com óleo para "batismo" do Espírito Santo. No livro de Atos, vemos casos aonde os apóstolos impunham as mãos, e os crentes recebiam o DOM do Espírito Santo (At 19:6). Caso haja discordância, insisto em pedir textos bíblicos que comprovem.

3) O Novo Testamento não prescreve a unção para consagrar objetos. Aos que discordam, peço que me enviem os textos neotestamentários que mostrem qualquer objeto sendo "ungido", consagrado a Deus, no Novo Testamento.

4) Não há, em nenhum texto do Novo Testamento, a orientação de que TODOS os participantes de uma reunião da Igreja devam ser ungidos (se houver, que se me apresentem, por favor). O único texto que pode deixar isso transparecer, o relato da mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus (Lc 7:44-46), quando Jesus lançou no rosto de SImão que ele não lhe ungiu a cabeça com azeite; isto demonstra não uma norma doutrinária para a Igreja, mas um costume judaico de higiene e respeito ao se receber uma visita. Os que acham que este texto justifica que todas as pessoas sejam ungidas na entrada do culto (ou mesmo durante o culto), devem também oferecer A TODOS água para lavar os pés e beijar, um por um, com ósculo santo, pois Jesus reclamou a ausência de todas estas coisas!

Mas Tiago, irmão do Senhor, menciona a UNÇÃO DOS ENFERMOS. Sobre isso, falamos:

Como já dissemos anteriormente, repetimos: trata-se de TEXTO ÚNICO, isolado, sobre o assunto, e por isso não deve ser usado como base doutrinária para a Igreja, assim como 1 Co 15:29, texto ÚNICO e ISOLADO que fala sobre BATISMO PELOS MORTOS, e que foi tomado por algumas seitas como justificativa para batizar por procuração uma pessoa morta, não pode ser usado para definir uma doutrina de batismo pelos mortos.

Sigamos, passo a passo, o que diz o texto de Tiago, analisando as palavras gregas nele presentes:

a) “Está ALGUÉM?...” (τις tis pronome indefinido enclítico; alguém, uma certa pessoa) - O uso da unção com óleo é para pessoas, e não para objetos! O próprio fato deste ALGUÉM estar DOENTE demonstra isso, pois objetos não adoecem...

b) “Está ALGUÉM entre vós DOENTE?...” (ασθενεω astheneo - 1) ser fraco, débil, estar sem força, sem energia -2) estar debilitado, doente) - O uso da unção com óleo é para pessoas DOENTES. Para que eles adquiram CURA. E não para que sejam consagrados, separados, santificados, cheios do Espírito, abençoados etc. É para DOENTES. Se você não está doente, mas quer ser ungido para alcançar vitória, para receber bênçãos, afastar mau olhado gospel etc, não é por aí... A unção é só para doentes!

c) “Está ALGUÉM entre vós DOENTE? CHAME...” (προσκαλεομαι proskaleomai - 1) convocar 2) chamar para si 3) ordenar a vir) - O "alguém" que está doente é quem deve CHAMAR, ou alguém que o represente. Deve ser um ato voluntário, manifesto pelo doente, familiares diretos ou amigos, CHAMANDO alguém.

d) O ato de "chamar" dá a entender que tal ritual não deve ser feito na Igreja, e sim na casa do enfermo, provavelmente nos casos em que a pessoa esteja impossibilitada de ir à casa de reunião da Igreja. Entretanto, os doentes que puderem ir à casa de reunião podem, creio, solicitar a unção na Igreja...

e) “Está ALGUÉM entre vós DOENTE? CHAME os PRESBÍTEROS...” (πρεσβυτερος presbuteros 1) ancião, de idade, 1a) líder de dois povos 1b) avançado na vida, ancião, sênior 1b1) antepassado 2) designativo de posto ou ofício)  - São os PRESBÍTEROS, e não os diáconos, e não os dirigentes círculo de oração, e não o presidente da Mocidade, e não os profetas, e não os "vasos" quem devem ser chamados, quem devem promover tal unção com óleo... SÃO OS PRESBÍTEROS. 

f) “Está ALGUÉM entre vós DOENTE? CHAME os PRESBÍTEROS da igreja, e OREM...” (προσευχομαι proseuchomai 1) oferecer orações, orar) - Deve haver oração. Não é a unção que é o fundamental, mas a ORAÇÃO. Lamentavelmente, um famoso “telepastor” certa vez ofereceu à igreja um frasquinho de óleo que, segundo ele, bastava ungir o doente e ele seria curado, SEM ORAÇÃO. Não é isso que a Bíblia ensina...

g) “...E A ORAÇÃO DA FÉ salvará o doente, e o Senhor o levantará...” - Não é o óleo, com seus poderes mágicos, místicos, especiais... É A ORAÇÃO quem traz a cura. E não é a pessoa que ora quem o levanta, através de seus poderes e dons, mas O SENHOR.

h) Finalmente, NÃO EXISTE ÓLEO UNGIDO. Para haver óleo ungido, seria necessário pegar um óleo não-ungido, e ungi-lo com óleo ungido, derramando óleo ungido sobre o óleo não-ungido, tornando o óleo não ungido em óleo ungido pelo contato com óleo ungido... Ai, que confusão!! O máximo que pode haver é óleo consagrado, sobre o qual os Presbíteros oraram, impondo as mãos e separando-o para o uso exclusivo na unção dos enfermos. E este óleo não é nenhuma poção mágica para curar pessoas.

Isto posto, se você tem feito a coisa errada este tempo todo, nunca é tarde para aprender pelas Escrituras, compreender os erros, dar meia volta e tornar à prática das primeiras obras (Ap 2:5)!